A mão direita, com anel e punho de renda segura a cornucópia da abundância.
Estas duas jarrinhas de vidro coalhado eram de uma senhora que nunca conheci, a D. Esperança.
Quando ela faleceu em 2007, através da minha amiga Rita, herdei estas duas lindas jarrinhas tipo Fenton (fábrica americana de vidros que produziu e tornou conhecidas durante um longo período no início do séc. XX estas jarrinhas, originalmente inglesas e muito apreciadas no periodo Vitoriano. Penso que estas são portuguesas, pois a partir dos anos 20/30 do séc. XX também se produziram jarras destas na Marinha Grande.) Existem emitações em vidro duplo, também de fabrico nacional, mas são muito mais pesadas e grosseiras.
As mãos esquerdas foram escassamente produzidas, existem muito poucos exemplares e valem hoje em dia uma pequena fortuna, pena que tenho duas mãos direitas!
Saboneteira ou aneleira? Conheço as duas versões desta peça de faiança. Também com um simbolo da adundância: o cacho de uvas. Peça adquirida nas velharias por €1,00!
Este curioso cinzeiro em forma de mão que segura um porta-moedas aberto, em porcelana, era muito comum nos anos 60 do séc. XX, este trouxe o meu avõ do Japão para a minha avó.
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