quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Castiçal amuleto do séc. XIX


Este fantástico castiçal de loiça das Caldas do séc. XIX foi "encontrado" por mim na feira de velharias de Alcochete no dia 4 de Novembro a um preço simbólico. Além de castiçal esta peça é também a representação de um conjunto de amuletos muito comuns na época: uma ferradura (base); um corno; uma figa; um pentagrama e um quarto crescente.


Outro aspeto da mesma peça.


Este foi o único que encontrei na Net, muito parecido, pertençente ao espólio do Museu Nacional de Arqueologia, além dos elementos anteriores este tem na ferradura a inscrição "sexta-feira 13".


sábado, 17 de novembro de 2012

Com cheirinho a Noel!



Lindas e cheinhas de ideias novas, para um Natal mais reciclado, reinventado, vintage, SUSTENTÁVEL! Até porque como ninguém tem dinheiro para comprar presentes, vamos aprender a fazer!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cadeiras de rainha








Puxe uma cadeira!
Isso mesmo, sente-se... São todas Queen Anne, ou "kinane" como dizia a minha avó! E olhe, foram todas respigadas por mim! Qual é o espanto? Nunca comprei uma cadeira cá para casa, quando tenho falta de cadeiras vou dar uma volta pela rua! Aparecem tantas e tão lindas, não acha? Estas foram restauradas, pintadas, revestidas e aqui estão elas todas bonitas! O cadeirão até ganhou uma almofada centenária, oferta de uma amiga do coração, era da avó dela. E a última? Bem, essa não fui eu que respiguei, na verdade foi o J que também já apanhou a doença, restaurou-a toda, estava em muito mau estado. Comprei um tecido neutro desta vez e as borlinhas foi só para dar um ar. Então, gostou?

domingo, 4 de novembro de 2012

Faça o favor de se sentar!

Respigada em Alvalade, Lisboa em meados dos anos 90, estava num contentor das obras!

Já fez parte de 5 casas onde morei!

Esta foi respigada pelo J em Alcochete há 3 anos, também estava impecável!

É incrivel o que as pessoas desperdiçam!

Este é o pormenor mais curioso desta cadeira!
Adoro cadeiras giratórias, estas duas, que literalmente me vieram parar ás mãos, estão bem tratadas e nem dá para suspeitar a idade que têm, alguém um dia se cansou delas e as deitou fora, pela minha parte só tenho que agradecer!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Aniversário de casamento

Willow tree - promise
Esta escultura foi-me oferecida há 4 anos atrás, quando me casei, pela minha querida prima Paula, é uma peça de uma simplicidade avassaladora que me continua a espantar pela sua beleza singela. Adoro as esculturas da marca : www.willowtree.com

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

De gaveta respigada a prateleira encantada!

Antes...

Gaveta Respigada
Esta velha gavetinha pertencia a uma mesinha de cabeceira muito velhota que o J encontrou na rua...

A mesinha estava muito cheia de caruncho, mas a gaveta era linda...





















Depois!
Resolvi aproveitar a gavetinha, forrei com um tecido Vintage, coloquei um apoio na parte de trás e...


Mais uma prateleira cheia de anjinhos cá em casa!



domingo, 21 de outubro de 2012

Mais caixinhas recicladas...

Uma caixinha reciclada dos bonbons "mon cherri"


Umas imagens vintage...


Umas rendinhas antigas...



Cola branca...


Um pouco de imaginação...



E temos umas lindas caixinhas recicladas...


Que servem para dar um presente a alguém querido...

Para guardar lembranças do coração...



Ou pequenos tesouros só nossos!

domingo, 14 de outubro de 2012

Old poems

 

 

Fica em mim


I’m back in my house of lonelyness
Noite
Cobres-me de beijos
Tremo
Saber de ti
Saber se longe se perto
Arrancar-te o coração
Beijar-te a Alma
Do principio do prazer ao
Principio da Paixão – Posse
Posse
Onde vais?
Não, por favor fica
Descansa em mim...
Isso, deita-te ao meu colo
Repousa
Dorme
Enquanto dormires...
Corto-te as asas!
Assim, para que não saias de mim.


Lx95

sábado, 13 de outubro de 2012

A respigadora

O lixo de uns é o tesouro de outros...
Porque antigamente não se deitavam as coisas fora?


Encontrei este baú em Lisboa, em 2009. Fui visitar um dia a minha avó Luisa e quando vinha a saír de casa dela, ao passar na Rua Coronel Marques Leitão em Alvalade reparei num contentor de entulho a abarrotar de tralha. No cucuruto estava este baú velho. Andava a precisar de um e queria um daqueles de folha, mas não tinha ainda encontrado (no lixo, claro) nenhum que estivesse capaz de ser respigado e restaurado. Fui ver melhor e este apesar de ser de madeira pareceu-me bem...


Comecei a tentar remover o dito cujo lá do contentor, mas era pesado como tudo.
Quando finalmente o consegui abrir... tesouro! Estava repleto de papeis velhos (mesmo como eu gosto) de bilhetes de cinema, cartazes de bailes, cinemas e espetáculos, revistas "Plateia", tudo dos anos 40 aos anos 60!


Depois foi só pintar a parte de fora (a imitar claquelé) e forrar o interior com pequenos pedacitos de tecidos velhos, foi depois impermeabilizado por dentro, deu muito trabalhinho, mas VOILA!


Até levou uns pézinhos feitos pelo maridão e eu coloquei umas correntinhas de lado para o abrir e manter a tampa segura.


E agora serve para guardar as pequenas mantinhas de Inverno quando não estão em uso! Que tal? Parece que afinal deitamos coisas fora que ainda têm muita vida pela frente!