| Willow tree - promise |
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Aniversário de casamento
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
De gaveta respigada a prateleira encantada!
Antes...
Depois!
| Esta velha gavetinha pertencia a uma mesinha de cabeceira muito velhota que o J encontrou na rua... |
| A mesinha estava muito cheia de caruncho, mas a gaveta era linda... |
Depois!
| Resolvi aproveitar a gavetinha, forrei com um tecido Vintage, coloquei um apoio na parte de trás e... |
| Mais uma prateleira cheia de anjinhos cá em casa! |
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Casa,
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Reciclagem,
Respigo
domingo, 21 de outubro de 2012
Mais caixinhas recicladas...
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| Uma caixinha reciclada dos bonbons "mon cherri" |
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| Umas imagens vintage... |
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| Umas rendinhas antigas... |
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| Cola branca... |
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| Um pouco de imaginação... |
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| E temos umas lindas caixinhas recicladas... |
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| Que servem para dar um presente a alguém querido... |
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| Para guardar lembranças do coração... |
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| Ou pequenos tesouros só nossos! |
domingo, 14 de outubro de 2012
Old poems
Fica em mim
I’m back in my house of lonelyness
Noite
Cobres-me de beijos
Tremo
Saber de ti
Saber se longe se perto
Arrancar-te o coração
Beijar-te a Alma
Do principio do prazer ao
Principio da Paixão – Posse
Posse
Onde vais?
Não, por favor fica
Descansa em mim...
Isso, deita-te ao meu colo
Repousa
Dorme
Enquanto dormires...
Corto-te as asas!
Assim, para que não saias de mim.
Lx95
sábado, 13 de outubro de 2012
A respigadora
O lixo de uns é o tesouro de outros...
Porque antigamente não se deitavam as coisas fora?
E agora serve para guardar as pequenas mantinhas de Inverno quando não estão em uso! Que tal? Parece que afinal deitamos coisas fora que ainda têm muita vida pela frente!
Porque antigamente não se deitavam as coisas fora?
Encontrei este baú em Lisboa, em 2009. Fui visitar um dia a minha avó Luisa e quando vinha a saír de casa dela, ao passar na Rua Coronel Marques Leitão em Alvalade reparei num contentor de entulho a abarrotar de tralha. No cucuruto estava este baú velho. Andava a precisar de um e queria um daqueles de folha, mas não tinha ainda encontrado (no lixo, claro) nenhum que estivesse capaz de ser respigado e restaurado. Fui ver melhor e este apesar de ser de madeira pareceu-me bem...
Comecei a tentar remover o dito cujo lá do contentor, mas era pesado como tudo.
Quando finalmente o consegui abrir... tesouro! Estava repleto de papeis velhos (mesmo como eu gosto) de bilhetes de cinema, cartazes de bailes, cinemas e espetáculos, revistas "Plateia", tudo dos anos 40 aos anos 60!
Depois foi só pintar a parte de fora (a imitar claquelé) e forrar o interior com pequenos pedacitos de tecidos velhos, foi depois impermeabilizado por dentro, deu muito trabalhinho, mas VOILA!
Até levou uns pézinhos feitos pelo maridão e eu coloquei umas correntinhas de lado para o abrir e manter a tampa segura.
E agora serve para guardar as pequenas mantinhas de Inverno quando não estão em uso! Que tal? Parece que afinal deitamos coisas fora que ainda têm muita vida pela frente!
Um tabuleiro para o chá!
Esta foi a minha primeira experiência com vidro frio (uma espécie de resina que depois de sólida fica com um aspeto de vidro).
Recortei umas estampas vintage alusivas ao mar e à praia, colei num tabuleirinho pintado de branco com tinta acrilica e depois de secas as estampas foi só aplicar a mistura para fazer o vidrado. Leva algumas horas a secar mas depois de solidificado aguenta liquidos e objetos quentes em cima sem se riscar ou danificar.
Para primeira experiência acho que resultou muito bem, sem bolhas nem falhas.
Antigamente as pessoas tomavam chá assim...
Adoro este lindo serviço da Vista Alegre, era da minha sogra, que infelizmente nunca conheci, uma das muitas coisas bonitas que herdei dela.
Está absolutamente de acordo com o Outono...
...e faz-nos desejar ficar em casa na calma do ritual do chá, servido numa linda chavena vintage!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Reciclagem de caixinhas...
Caixinhas para tudo e mais um nada!
Fiz esta com uma caixinha de fósforos, com uma pequena pintura de tinta acrílica dourada sobre uma estampa vintage préviamente colada!
Igualmente de fósforos!
Também!
De madeira.
De madeira também.
Porquê comparar pequenas caixas para oferecer uma lembrança a alguém?
Ideias de caixinhas muito fáceis de realizar, com materias reciclados, caixinhas velhas de madeira, caixas de fósforos, recortes de revista, de livros velhos, um bocadinho de cola branca, tinta acrílica e muita imaginação e... já está!
Poupamos dinheiro, damos um presente único e personalizado e contribuimos para a sustentabilidade do planeta, que tal?
Homenagem a uma tia avó desconhecida
Esta bela senhora, lá dos idos de 1900, ricamente vestida, apesar do traje rural, é uma figura sem nome. A minha avó Luisa dizia que era uma tia avó, não se lembrava já como se chamava, mas venerava a fotografia.
Pelo traje vemos que era abastada, cara bonita e pele mimosa seria poupada aos trabalhos duros do campo.
Originária de perto de Leiria, provavelmente da Freguesia de Santa Catarina da Serra, esta figura imponente, usando chapéu de penacho, calçando botas e ostentando voltas de ouro ao pescoço, era sem dúvida uma mulher que as demais admiravam. A minha avó, que mal se lembrava dela copiou o chapéu, por ser igual a um que a sua propria mãe usava em alturas de festa, e é lindo! Feito com rigor e paciência e que eu oportunamente mostrarei.
Pelo traje vemos que era abastada, cara bonita e pele mimosa seria poupada aos trabalhos duros do campo.
Originária de perto de Leiria, provavelmente da Freguesia de Santa Catarina da Serra, esta figura imponente, usando chapéu de penacho, calçando botas e ostentando voltas de ouro ao pescoço, era sem dúvida uma mulher que as demais admiravam. A minha avó, que mal se lembrava dela copiou o chapéu, por ser igual a um que a sua propria mãe usava em alturas de festa, e é lindo! Feito com rigor e paciência e que eu oportunamente mostrarei.
Regresso ao passado II
Familia Ferreira Gomes, a minha avó Simone Ferreira e o meu avô Eduardo Gomes com os meus tios: Manuel, Rosinda e a pequenina Modesta, já concebida no ventre da minha avó estava a minha mãe.
Esta foto foi tirada no Samouco, freguesia do Concelho de Alcochete, no início da dácada de 50, estando o meu avó a trabalhar na construção da BA6 (Base Aérea nº6). O meu avó era natural de Palmela e a minha avó de Setúbal, conheceram-se no entanto em Lisboa para onde convergiam nessa época os jovens á procura de uma vida melhor.
Gosto desta foto porque é um retrato de felicidade, conheci a vida da minha avó e sei que depois destes primeiros anos de casada não foi nada fácil, daí eu valorizar este sorriso aberto que, no meu entender, lhe confere uma beleza intemporal. Uma mulher de fibra, com qualidades e defeitos, como todos nós, mas que eu não posso deixar de admirar pelas lutas que travou ao longo da vida.
domingo, 7 de outubro de 2012
Gamila, o segredo...
www.gamilasecret.com
Para peles secas, oleosas ou assim, assim. Testei há uns 8 ou 9 anos e fiquei fã, de fabrico tradicional (dizem os senhores) feito com óleos do melhor, o facto é que não há como experimentar. Só em perfumarias, nas habituais custa cerca de €22,00 nas do Freeport Outlet custa €18,00 (a versão normal de Lineu, há versões com upgrades que devem ser mais caras, mas o investimento dura 6 mesitos se for só utilizado para o rosto, pode (e deve) ser usado no corpo e até há quem recomende para o cabelo, eu como tenho a versão palha de aço nem se quer experimentei.
Afinal é daqui!
Sim, sim, algumas das minhas ideias vêm mesmo de França! Outras nem por isso, mas esta é, sem sombra de imitação, a melhor revista para crafters do planeta e arredores (€5,20). O que doi na carteira compensa não comprando quinhentas imitações baratas que vão ao cumulo de nem mudar as imagens ou os títulos dos artigos.
sábado, 6 de outubro de 2012
A ciganita
Esta ciganita de ar "manhoso" foi encontrada na feira de velharias de Alcochete, baratinha, como convém a qualquer cigana, seduziu-me o seu aspecto de vendedora de ilusões.
Em terracota, policromada, mas apenas com pequenos resquícios das cores, esta peça, provavelmente do início do séc. XX, tem outro pormenor curioso: além de fortune teller, esta ciganita é também uma fortune keeper, pois tem uma abertura nas costas para ser usada como mealheiro! Tive de a colocar no quarto, perto de mim, tal era o seu ar de dona da verdade com aquele sorrisinho escarninho a olhar de lado para nós como quem diz: Anda cá, dá uma moedinha à cigana que a cigana não te engana!
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